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Estudantes pedem adiamento do Enem por conta da pandemia da covid-19

Publicado em 05/01/2021 Editoria: Educação sem comentários Comente! Imprimir


Estudantes de todo o Brasil foram às redes sociais pedir o adiamento do Exame Nacional do Ensino Médio 2020 (Enem), após a disponibilização do cartão de confirmação de inscrição no site do Inep, nesta terça-feira. Além dos estudantes, organizações como a União Nacional de Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) também fazem coro no pedido de adiamento da prova.

"Realizar o Enem com o número de mortes por covid-19 aumentando sem um plano de segurança efetivo para a realização da prova é uma irresponsabilidade", afirmou a UNE em sua conta oficial no Twitter.

Já a Ubes elencou uma série de motivos: "Por que adiar o Enem? Vários estudantes não tiveram acesso à internet pra estudar, a desigualdade educacional aumentou, estamos sem a vacina da covid-19 e alta no número de casos da doença", disse, também em uma publicação nas redes sociais.

Medidas tomadas

As provas do Enem 2020 foram adiadas em decorrência da pandemia de covid-19 e serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e em 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). Ao todo, 5.783.357 inscrições foram confirmadas.

Será obrigatório o uso de máscara durante toda a aplicação do exame. A recomendação é que os candidatos levem outra máscara, para trocá-la durante o exame, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. Os participantes devem também manter distância uns dos outros.

Por ocorrer em meio a pandemia, o exame terá outra particularidade. Os participantes que forem diagnosticados com covid-19 ou com outra doença infectocontagiosa, como sarampo, rubéola, varíola e influenza humana A e B, terão outra chance de fazer o exame, na reaplicação da prova. O atestado médico poderá ser enviado ao Inep pela página do participante até um dia antes da aplicação. Caso a doença seja confirmada no dia do exame, o participante deverá entrar em contato pelo telefone 0800616161. Com informações da Agência Brasil.

› FONTE: O Dia


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