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ACIM Macaé busca novas agências bancárias para a Zona Norte de Macaé

Publicado em 25/04/2014 Editoria: Economia sem comentários Comente! Imprimir


Na avaliação do presidente da Associação Comercial de Macaé, Aristóteles Cliton, agências estão muito concentradas no Centro

Na avaliação do presidente da Associação Comercial de Macaé, Aristóteles Cliton, agências estão muito concentradas no Centro

A instalação de duas agências bancá­rias do outro lado do Rio Macaé é uma das metas da Associa­ção Comercial Industrial de Macaé - ACIM. Elas atende­riam bairros como Barra de Macaé, Parque Aeroporto, Barreto, Engenho da Praia e o Lagomar, atualmente o maior em concentração de pessoas. Mas para isso, a ACIM terá que implantar e estender novos núcleos de apoio, e passar a partir daí ser um porta voz dos comer­ciantes nos locais distantes, ou seja, servindo como canal de aproximação.

Aumentar o número de associados, dar assistência e incentivo em vários segui­mentos. Esse é um dos pas­sos positivos que a ACIM vem realizando em favor do comércio local. Perce­bendo esse crescimento principalmente nos bairros afastados da área central, o presidente da instituição Aristóteles Cliton pretende através de ações focadas, porém expansivas, fortale­cer os comerciantes nesses locais.

Na avaliação do presi­dente e da diretoria, a Asso­ciação Comercial de Macaé, está muito concentrada no Centro da cidade, o que prejudica o crescimento organizado desses comer­ciantes. Com a criação dos novos núcleos como, por exemplo, dentro do shop­ping e dos bairros distantes aumentará a possibilidade de atrair mais comercian­tes, incrementando assim a cadeia de associados.

Atualmente a ACIM têm cerca de 900 comerciantes associados, mas somente uma média de 400 contribui men­salmente. “Estamos imbuídos em um processo de expansão da Associação e com isso des­centralizar as ações, com o in­tuito de que com esses novos núcleos, possamos fortalecer ainda mais nossas ações políticas empresariais nesses locais”, disse.

Em um encontro recente com os comerciantes, Cliton destacou a importância que os empresários têm em es­tarem unidos. “Eles levam suas demandas para que a instituição possa reivindi­car ações das autoridades competentes. Esta é uma oportunidade muito inte­ressante que os comercian­tes do Aeroporto estão ten­do de reunirem-se, através da criação deste núcleo da ACIM. Nós reconhecemos a importância deste bairro para toda a cidade e acre­ditamos que temos muito a contribuir”, ressaltou.

A instalação de duas agências bancárias do outro lado do Rio possibilitaria de forma rápida o atendimento dos moradores, evitando as­sim que eles precisem com­prometer o atendimento na área central. “É uma luta que no meu entendimento teremos. Implantar uma agência do Banco do Brasil e uma da Caixa Econômi­ca Federal nesses bairros é um dos passos. Atualmente ambas têm um vínculo so­cial muito grande e usam os programas sociais. Esses bairros compõem a conhe­cida zona norte da cidade, onde em média residem mais de 100 mil habitan­tes”, comentou.

Com isso a ideia é de­safogar o atendimento nas agências bancárias da área central, facilitando os co­merciantes nas movimen­tações, como pagamentos e recebimentos. “Essa é uma bandeira que tentaremos solicitar dos bancos a aber­tura dessas agências. Essa luta é de todos, e por isso a importância. Existem ou­tros pontos e uma grande preocupação no que diz res­peito ao código de obras da cidade, onde se observa um item que para que se possa construir em uma área de mais de 200 m² precisa-se de quatro vagas de veículos disponível”, acrescentou O secretário municipal de Ordem Pública, cel. Ed milson Jório contex­tualizou a situação vi­vida atualmente pelo Parque Aeroporto, no que diz respeito à Or­dem Pública, e apre­sentou a campanha Bairro Legal, que está sendo desenvolvida pela Secretaria de Ordem Pública, jun­tamente a Secretaria Municipal de Comu­nicação, em parceria com a ACIM. “Es­tamos começando a construir uma solução na Rua 62, que é uma das mais movimenta­das, junto aos comer­ciantes. Não adianta chegarmos num mo­mento de crise, conter a situação e ir embo­ra. O nosso objetivo é construir uma cultura de disciplina, que será iniciada a partir do lançamento da cam­panha”, explicou.

APOIO DA GESTÃO PÚBLICA

A partir da adesão ao Bairro Legal, o comerciante receberá um cartaz para fixar em seu estabelecimento, com as seguintes informações: não venda bebida alcoólica a menores de 18 anos; respeite a Lei do Silêncio; e não obs­trua as calçadas. “A intenção é implantar um modelo da campanha no Aeroporto, pois já estamos realizando um trabalho no local e, se der certo, vamos levar para ou­tros bairros. Quando o Bairro Legal estiver pronto, a equipe de fiscalização e postura irá de comércio em comércio do Aeroporto pedindo a colabo­ração e adesão de todos os comerciantes. Sabemos que é um grande desafio, mas temos muita esperança de que dê certo”, destacou o Cel. Jório.

As reuniões com os co­merciantes do Parque Aero­porto são realizadas mensal­mente e o núcleo está cada vez mais fortalecido. “Esta­mos muito felizes com esta aproximação e ainda com a possibilidade de poder ouvir as demandas dos comercian­tes, procurando uma solução para algumas questões”, con­cluiu o presidente da ACIM, colocando a estrutura da instituição à disposição dos empresários.

E por conta desse cresci­mento comercial, o Centro de Macaé tem sido transforma­do dia-a-dia em um grande shopping a céu aberto. Prova disso é que em ruas como a da Praia, Avenida Rui Barbo­sa, Teixeira de Gouveia e até Velho Campos, o que pouco têm são moradias familiares. “Muitos espaços estão sendo transformados, em estabe­lecimento comercial, que devem seguir a demanda da Secretaria Municipal de Ur­banismo”, explicou.

Mas de que forma fazer isso? A ACIM pretende em entendimento com a Secreta­ria Municipal de Urbanismo, entrar com uma modificação e estudar uma forma para essa alteração. A ACIM é uma instituição que possui o papel de unir as forças empresa­riais de Macaé em prol da evolução socioeconômica da região e também da conver­gência de interesses em prol do poder público e a iniciativa privada.

› FONTE: Macaé News (www.macaenews.com.br)


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