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Livro “Usina Limoeiro e Suas Histórias” será lançado na Biblioteca Popular

Publicado em 12/12/2014 Editoria: Cultura sem comentários Comente! Imprimir


Mais uma produ­ção literária está sendo lança­da em Rio das Ostras, dessa vez através das mãos do escritor e poeta Ama­rino Campos, que apresentará seu mais novo trabalho “Usina Limoeiro e Suas Histórias”, da editora Baraúna, em um co­quetel aberto ao público, a par­tir das 20h desta sexta-feira, dia 12, na Biblioteca Municipal.

Revisitando um pouco as memórias pessoais da vida no interior, Amarino Campos, conta a história fictícia de Anibal Florenço, um menino inglês que passa a infância escutando os relatos entu­siasmados de um tio que es­teve no Brasil durante a Copa do Mundo de 1950. Marcado pelas histórias, na vida adul­ta ele decide tentar a vida no país do futebol, se mudando para a cidade imaginária de Limoeirinho do Sul, interior de São Paulo, onde monta uma usina de cana-de açú­car. Depois de transformar a realidade da cidade economi­camente, se casar e constituir uma família, um aconteci­mento inesperado muda ra­dicalmente o rumo da trama.

“Tive mais uma vez um apoio muito grande da Fun­dação Rio das Ostras de Cul­tura e seu presidente, Cosme dos Santos, ao me conceder o espaço para o lançamento e ajudar na divulgação. Para mim, cada livro publicado é a realização de um sonho, e conto com a ajuda e o apoio de muitos amigos aqui na região, como a professora Adriana Izidoro e o presi­dente da Fundação Cultural Casimiro de Abreu, Luis Gus­tavo Marchiori, dentre tantos outros. Mas em especial, mi­nha produtora, a professora Gilcea Maria de Mello, que acreditou no meu trabalho”, afirmou Amarino.

A professora Gilcea diz que, às vezes acredita que fica mais feliz com a concretização dos livros de Amarino do que ele próprio. “Eu me dedico totalmente porque é um belo trabalho, é uma literatura simples, voltada para públi­cos de todas as idades e que nos faz refletir sobre a vida e até nos emociona”, comentou Gilcea, explicando que auxilia o escritor com a digitalização dos textos, revisão e estabele­cendo os contatos necessários.

Segundo o escritor, que recentemente conquistou grande visibilidade e sucesso de vendas com o livro “O Di­nheiro não compra o Amor”, escrever é mais do que um dom, é um vício positivo o qual todo mundo deveria des­frutar. “As dificuldades para escrever e conseguir lançar um livro são grandes, mas eu sempre incentivo a outros no­vos escritores para que nunca parem de escrever e não de­sistam de suas ideias. Não há nada na vida mais gratifican­te do que ter um livro próprio em mãos”, acrescentou.

› FONTE: RJ News


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